terça-feira, 6 de novembro de 2012

[FH] Origens da homossexualidade no individuo [IV]

Continuação das postagens iniciadas aqui e desenvolvidas aqui e aqui.

(8) Sua vida se torna mais conflituosa e angustiante do que a da maioria das outras pessoas. Algo disto é devido ao fato, sempre relatado pelos ativistas, de que todos frequentemente experimentam dos outros uma fria falta de simpatia ou mesmo hostilidade aberta. As únicas pessoas que parecem realmente o aceitar são outros homossexuais, e assim se forma uma ligação ainda mais forte com eles, como uma "comunidade" Mas não é verdadeiro, como querem os ativistas, que estas sejam as únicas ou as maiores dificuldades. Muita aflição é causada simplesmente por seu estilo de vida - por exemplo, as consequências médicas (vários males próprios do estilo de vida homossexual), AIDS que é apenas um de muitos (também o pior). Igualmente vive com a inevitável culpa e a vergonha que sente do seu compulsivo e promíscuo comportamento, e agravadas pela consciência de que não pode se relacionar eficazmente com o sexo oposto e é menos provável que venha a ter uma família (uma perda psicológica, que as campanhas políticas para a união, a adoção, e direitos homossexuais de herança não podem nunca adequadamente compensar). 

Conquanto muitos ativistas tentem normalizar para eles estes padrões de comportamento e as perdas que causam, e conquanto expedientes possam ser feitos para que os direcionamentos políticos os protejam do grande público, a menos que interrompa (anule) enormes áreas de sua vida emocional simplesmente ele não pode honestamente olhar para si mesmo nesta situação e sentir-se satisfeito.

E ninguém - nem mesmo um genuíno, “homofóbico" – é tão duro com ele como ele mesmo. Ele luta diariamente com mensagens de auto-condenação. Os ativistas em torno dele continuam dizendo que tudo isso é causado pela “homofobia internalizada” da cultura que os circunda, mas ele sabe que não é.

O stress de “ser gay” conduz a mais comportamento homossexual, não menos. Este princípio é típico do ciclo compulsivo ou viciante do comportamento autodestrutivo; arruinando a culpa, a vergonha, e as causas da auto-condenação, só o faz aumentar. Não é surpreendente que as pessoas voltam-se consequentemente para a negação para se livrar destes sentimentos. Diz pra si mesmo: "Não é um problema, consequentemente não há nenhuma razão para que eu me sinta assim tão mau sobre isso”.

[continua...]

[SATINOVER, Jeffrey. In: “A Interação Complexa dos Genes 
e do Ambiente: Um modelo para a Homossexualidade"]

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