terça-feira, 8 de janeiro de 2013

[FH] Os 3 mitos

É incrível que ainda nos contem mitos e que, como crianças, acreditemos neles. Quando nos disseram que Papai Noel não existia, deixamos de acreditar nele. Disseram-nos depois que fada madrinha não existia e deixamos de acreditar nela. Agora, vamos desvendar 3 mitos que tentam nos empurrar guela abaixo como se fossem verdade, mas como o Papai Noel e a Fada Madrinha, são apenas...mitos! 

Mito 1: A homossexualidade é normal e determinada biologicamente.

A verdade é: Não há nenhuma pesquisa científica que demonstre uma causa biológica ou genética para a homossexualidade. Fatores biológicos podem contribuir para uma predisposição para a homossexualidade. No entanto, isto é verdade em muitas outras condições psicológicas.

Pesquisas sugerem que fatores sociais e psicológicos são fortemente influenciadores. Exemplos disso incluem problemas familiares na infância, abuso sexual, senso de inadequação em relação aos colegas do mesmo sexo, o que resulta em um distúrbio na percepção da própria identidade de gênero. A sociedade também pode influenciar no desenvolvimento da  sexualidade à medida que encoraja às pessoas “assumirem” que são gays.

Mito 2: Os homossexuais não podem mudar, e se eles tentarem, sofrerão muito estresse emocional e se tornarão suicidas. Portanto, tratamentos para mudar a homossexualidade devem ser proibidos

A verdade é: Psicoterapeutas do mundo todo  que atendem homossexuais têm noticiado que um número relevante de seus clientes têm obtido mudanças significativas. Ainda que alguns se casem e outros permaneçam celibatários, muitos outros confirmam que os sentimentos homossexuais diminuíram grandemente e não experimentam nenhuma restrição em relação ao passado.

O principal fator para a mudança é a vontade e a persistência, aliada a uma disposição de analisar os próprios conflitos conscientes e inconscientes pelos quais a condição homossexual surgiu. As mudanças são lentas, geralmente levam muitos anos. Os clientes aprendem a satisfazer suas necessidades de atenção, afirmação e intimidade com os pares do mesmo sexo, sem que necessitem erotizar esses relacionamentos. À medida que eles desenvolvem o seu potencial de heterossexualidade, esses homens e mulheres experimentam um profundo senso de segurança com a própria sexualidade.

Se um homossexual não deseja mudar, isso é uma escolha dele, ainda que seja lamentável observar os movimentos ativistas gays militarem contra o direito de tratamento dos homossexuais que desejam se libertar da atração pelo mesmo sexo.

Mito 3: Temos que ensinar nossas crianças que a homossexualidade é tão normal e saudável quanto à heterossexualidade. Adolescentes deveriam a ser encorajados a “curtirem” sua atração pelo mesmo sexo.

A verdade é: Pesquisas científicas confirmam que desde a antiguidade a homossexualidade não é vista como uma alternativa saudável à heterossexualidade. Essas pesquisas mostram que adolescentes gays são especialmente vulnerável a abusos sexuais e altamente suscetíveis a desenvolverem um comportamento sexual irresponsável.

Dizer para os adolescentes que a atração pelo mesmo sexo é normal e desejável traz mais malefícios que benefícios. Adolescentes que sentem atração pelo mesmo sexo precisam de entendimento e aconselhamento, ao invés de serem empurrados em direção a uma vida potencialmente desastrosa e fatal.

Um estudo de  1992 descobriu que  25.9% dos adolescentes de 12 anos não têm certeza se são gays ou héteros. A adolescência é um fase crítica para a questão de definição da própria identidade, então, os fatos devem ser apresentados em nossas escolas de uma maneira sincera e equilibrada.

Por isso, a Igreja ensina que: A homossexualidade, que impede à pessoa de alcançar a sua maturidade sexual, seja do ponto de vista individual, como inter-pessoal, é um problema que deve ser assumido pelo sujeito e pelo educador, quando se apresentar o caso, com toda a objectividade.

Na ação pastoral estes homossexuais devem ser acolhidos com compreensão e sustentados na esperança de superar as suas dificuldades pessoais e sua desadaptação social. A sua culpabilidade será julgada com prudência; porém não se pode usar nenhum método pastoral que, julgando estes atos conformes à condição daquelas pessoas, lhes atribua uma justificação moral.

Conforme a ordem moral objectiva, as relações homossexuais são atos carentes da sua regra essencial e indispensável.

Será tarefa da família e do educador procurar antes de mais nada individualizar os factores que levam à homossexualidade: descobrir se se trata de factores fisiológicos ou psicológicos, se esta será o resultado de uma falsa educação ou da falta de uma evolução sexual normal, se provém de um hábito contraído ou de maus exemplos ou de outros fatores. Muito particularmente, ao procurar as causas desta desordem, a família e os educadores, deverão ter em conta os elementos de juízo propostos pelo Magistério, e ao mesmo tempo servir-se do contributo que as várias disciplinas podem oferecer. Dever-se-á, de facto, levar em consideração, para avaliar, elementos de diversa índole : falta de afeto, imaturidade, impulsos obsessivos, sedução, isolamento social, depravação de costumes, licenciosidade de espectáculos e de publicações. E além de tudo isto, existe mais no profundo, a congênita fraqueza do homem, como consequência do pecado original; esta fraqueza pode levar à perda do sentido de Deus e do homem e ter suas repercursões na esfera da sexualidade.

Descobertas e entendidas as causas, a família e os educadores devem proporcionar uma ajuda eficaz no processo de crescimento integral: acolhendo com compreensão, criando um clima de confiança, encorajando o indivíduo à libertação e domínio de si, promovendo um autêntico esforço moral para a conversão ao amor de Deus e do próximo; sugerindo, se for necessário, a assistência médico-psicológica de uma pessoa que atenda e respeite os ensinamentos da Igreja.


[NARTH, The Three Myths About Homosexuality, cujo texto original se encontra aqui , acréscimos da seção "Por isso, a Igreja ensina que" retirados de  Congregação para a Educação Católica, Orientações Educativas sobre o Amor humano, §101-103.]

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