terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

[FH] Por que os gays se sentem odiados por todo mundo?

Apresentamos o excelente texto da valorosa ativista pró-vida Dale O'Leary, traduzido pelo nosso irmão Vinicius Farias, que autorizou publicarmos a referida tradução. Agradecemos pela disposição. O original em inglês se encontra aqui.


 
Recentemente o Papa Bento XVI e outros têm chamado denunciado um fato comum nos dias de hoje. Em suma, se uma pessoa se propõe a expor o ensinamento imutável da Igreja sobre casamento e moral sexual, acaba por se colocar na posição perfeita para ser acusada de “intolerância”. Em particular ativistas GLBT (Gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros) exigem que os católicos e aqueles de outras religiões mudem ensinamentos de 4.000 anos sobre casamento e moral sexual. Quando os fieis respondem que não estão autorizados a fazer tais mudanças no que foi revelado por Deus, os ativistas GLBT os acusam de intolerância – indo até mais além ao enquadrá-los nos crimes de intolerância.

Não importa o quão gentil você expõe sua posição a respeito do tema ou o quão cuidadoso você é ao elaborar seu discurso. Os ativistas GLBT só ouvem uma palavra: “ódio”.

Apesar de ainda não existir uma causa para a Atração por Pessoas do Mesmo Sexo (Same Sex Attraction), alguns estudos mostram que esta condição pode estar associada a distúrbios de identidade durante a infância. Ou seja, a falha na forte identificação com o pai ou com a mãe do mesmo sexo ou no pareamento que geralmente ocorre nos dois primeiros anos de vida. Se por um lado algumas pessoas com atração homossexual ainda crianças manifestam o desejo de ter nascido com outro sexo ou fingem ter outro sexo, outros simplesmente sentem-se diferentes dos pais do mesmo sexo ou semelhantes.

Frequentemente o relacionamento com o pai mostra-se seriamente deficiente. Não ter um relacionamento positivo, saudável com o próprio pai afeta a maneira que a pessoa lida com autoridade, regras e rejeição. Além disso, muitas vezes as pessoas com tendências homossexuais foram rejeitadas por seus semelhantes, que não compreendiam seu comportamento “diferente”. Cada vez que um adulto com tendências homossexuais não resolvidas sente-se rejeitado, enfrenta disciplina ou é confrontado com regras, ele relembra o doloroso relacionamento com seu pai ou semelhantes durante a infância. Ele transfere assim esses sentimentos para aqueles que se opõem a ele e portanto reage naturalmente: “você me odeia, você me odeia!”.

A única solução real nesses casos de pessoas com tendências homossexuais é que essas pessoas perdoem seus pais e que se reconciliem com Deus Pai. Até que isso aconteça nós não podemos encarar sua raiva de modo pessoal, ainda que devamos falar claramente da necessidade de cura e arrependimento. Outrossim, deve-se lembrar que o pecado sexual é fruto da desordem desenvolvimental e na maioria dos casos o primeiro pecado do qual deve-se arrepender é o pecado do ressentimento.

Eu tive a oportunidade de ver isso funcionar com uma mulher envolvida em relacionamentos homossexuais. Apesar de o processo de cura ter sido lento e trabalhoso, tudo começou depois que ela perdoou seus pais. Daquele momento em diante, ela nunca mais se relacionou com mulheres.

As próprias pessoas com atração homossexual estão cheias de raiva e intolerância e acabam projetando isso em qualquer um que se oponha a suas vontades. Eles desejam que sintamos raiva como eles sentem. Porém devemos constantemente nos lembrar que sob a raiva e o ódio, existem homens e mulheres feridos. Ainda crianças eles aceitaram/incutiram a mentira de serem diferentes dos outros, de que eram incapazes de abraçar suas verdadeiras identidades de filhos e filhas de Deus. A despeito de sua raiva e suas falsas acusações, devemos continuar a proclamar a verdade. Somente por esses meios nós podemos ajudá-los a encontrar o caminho para saírem da cadeia de mentiras na qual eles foram aprisionados. E acima de tudo precisamos rezar por eles”.

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