domingo, 14 de fevereiro de 2016

[FH] Distorções na Psique Feminina







A homossexualidade feminina não tem um modelo de desenvolvimento previsível e é capaz de alternar durante a vida da mulher, com períodos de heterossexualidade. Muitas lésbicas crêem que sua sexualidade é uma opção que fizeram com fruto de seus interesses políticos feministas. Mesmo assim, creio que o caminho mais comum ao lesbianismo é uma situação de vida que cria uma atitude profundamente ambivalente para com a feminilidade, transmitindo a mensagem interna: ‘Não é seguro e nem desejável ser uma mulher.’

Essa psique feminina ferida pode ser o motivo de muitas lésbicas serem patrocinadoras de causas políticas feministas. A psicoterapeuta Diane Eller- Boyko, a ex-lésbica casada, observa o seguinte:

“Nossa cultura honra especialmente o masculino – a força, o domínio, a realização e a luta. Isso cria em muitas mulheres uma divisão neurótica de suas naturezas autênticas. A mulher reprime a ferida e a dor internas e começa a identificar-se com o masculino. É a partir das feridas na psique feminina ferida que ainda não sararam que ela se torna agressiva e fala alto. Muitas mulheres hoje são deprimidas, fechadas e super ativas”.

O lesbianismo, muito naturalmente, alia-se com o feminismo. Na comunidade lésbica, ouve-se: “Você não precisa de um homem, pode atuar por conta própria”. Ou: “Para que servem os homens? Só querem uma coisa. Quem precisa deles?”. Isso, combinado com uma atitude de rebeldia para com a idéia de receptividade, é parte do lesbianismo.

Contudo, a receptividade é o próprio cerne do feminino. Em vez de patrocinar uma guerra contra os homens, precisamos trazer de volta o espírito doador de vida do feminino. Sem o saber, muitas mães transmitem uma imagem nada atraente de feminilidade a suas filhas. Como explica Eller- Boyko:

Mas que não podem honrar o feminino em suas próprias naturezas tornam-se indisponíveis, desinteressantes, deprimidas, iradas e compulsivas – vivem por causa de rituais neuróticos que elas usam a fim de preencher o cerne vazio de seu ser. Suas filhas são machucadas por isso. E, assim, as filhas levam em frente essa ferida ao espírito feminino para mais outra geração”.

Tal jovem senhora pode procurar uma ligação mais profunda com o feminino por meio de um relacionamento intenso de mesmo sexo. As mulheres, por natureza, procuram criatividade, tranqüilidade, um sentimento de ser centrada. Mas -- diz Eller-Boyko -- quando uma mulher privada de identificação de gênero fica perto de outra mulher, “sentimentos de atração pelo mesmo sexo podem vir à tona porque ela pensou que essa afinidade era uma manifestação sexual. Essa rica experiência emocional torna-se sexualizada. Mas não diz respeito à sexualidade”.

O que é tão poderoso sobre um relacionamento lésbico é que uma mulher sente-se realizada ao estar ligada com aquilo com que perdeu contato – sua própria feminilidade. A ligação com outra mulher a leva a sua própria vida interna, àquela parte de si em que ela começa a experimentar sua própria natureza feminina...

Mas quando uma mulher já rejeitou sua própria feminilidade, ela paga um preço. Porque, ao buscar unir-se com outras mulheres, ela está tentando unir-se consigo mesma – e esse tipo de união, afinal, não é capaz de curar a psique.

Com outra mulher, ela terá só a ilusão da inteireza. A ‘sombra’ – representando aquelas verdadeiras necessidades desenvolvidas e que nunca foram satisfeitas – passarão a assombrá-lá”.

[NICOLOSI, Joseph. Homossexualidade: Guia de Orientação aos Pais, grifos nossos]

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