segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

[FH] Primeira Meta - Castidade - Imaturidade afetiva

 



Vivermos vidas castas de acordo com o ensinamento

da Igreja Católica Apostólica Romana acerca da homossexualidade

(CASTIDADE)

 

IMATURIDADE AFETIVA

 

Conhecer os traços do comportamento da criança e do adolescente é conhecer as marcas da imaturidade, pois a criança e o adolescente são aqueles que ainda não amadureceram, que não atingiram o pleno desenvolvimento humano, que estão aquém da plenitude psicológica e afetiva atingível pelo ser humano.

Uma primeira marca do comportamento infantil é a sensibilidade como motivação do comportamento. A criança e o adolescente só agem sentindo, e só sentem o que é sensível. São incapazes de captar as razões abstratas, espirituais de uma atitude. Espontaneamente não fazem isto. Só pressionados. A primeira tendência é esperar o sensível, desejar o sensível, querer o sensível. Por exemplo, será excitante para elas a idéia de fazer uma viagem se for para um lugar em que há cascatas para tomar banho, frutas para saborear, cavalos para montar... Se for só para cumprimentar os proprietários, não se entusiasmarão.

Ao passo que o adulto integrado sabe agir por motivos que não são sensíveis. Age até contra a sensibilidade, contra o prazer, se for preciso. O adulto sabe perder um filme para ir saudar o aniversariante.

Em razão da sensibilidade, a criança e o adolescente são egocêntricos. Pensam primeiro neles mesmos. Procuram primeiro o bem deles.

Veja uma criança. É cercada de Serginho por todos os lados, se o nome dela é Sérgio.

O adulto psicologicamente desenvolvido, por outro lado, tem a aptidão de *pensar nos outros*, de sentir com os outros, de decidir pensando primeiro nos outros.

Por causa do egocentrismo, a criança e o adolescente não sabem conviver, manter relações satisfatórias. São individualistas. Quando convivem ou mantém relações, é sempre na perspectiva do “jogo” pessoal, de tirar vantagem, interessados nos lucros que vão obter. Tanto que, quando essas possibilidades desaparecem, o adolescente deixa o grupo, a criança se amua.



Por isso, a criança e o adolescente podem viver em grupo, mas não gostam da vida comunitária, já que ela frequentemente exige *adaptação, altruísmo*, atitudes que deixam o ego depois do alter, que pospõem o eu ao tu. Criança e adolescente não toleram esse esforço.

Não é sadia a imaturidade psicológica no adulto. É um fenômeno anormal. Normal é que o psiquismo vá se desenvolvendo passo a passo com o corpo, amadurecendo à proporção que o corpo amadurece.

Quando vemos um adulto somático com reações egocêntricas, defrontamo-nos com um psiquismo que estacionou na adolescência, dentro de um corpo que prosseguiu sua evolução.

 

Reflexão

 

Sou maduro afetivamente? Ainda reajo como como criança ou adolescente? Quais são os pontos de minha afetividade que tenho de corrigir ou melhorar? Procuro ajuda para isso ou continuo dando desculpas?

 

(Texto para reflexão, extraído do livro “A vida afetiva dos que não se casam”, do padre João Mohana)

 


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